Home Saúde e Alimentação Suicídio, um avanço silencioso

Suicídio, um avanço silencioso

O suicídio, um dos problemas do século que vem aumentando a cada hora e não escolhe faixas etárias, atinge tantos jovens quanto idosos. É um assunto comentado, mas pouco abordado em escolas, famílias, igrejas, etc.

Segundo a OMS (Organização Mundial da Saúde), uma em cada dez pessoas vão precisar de cuidados mentais ao longo de sua vida, mas como sabemos, poucos vão ter acesso a esse serviço. De acordo com a nova publicação, a cada 100 mil habitantes no mundo, 10,5 vão a óbito por suicídio.

O que tem sido visto é que vários casos de suicídio ocorrem de forma impulsiva, e com a incapacidade de lidar com o momento de crise e de estresses da vida, alguns deles são:

  • problemas financeiros;
  • términos de relacionamentos;
  • doenças;
  • crise existencial;
  • enfrentar conflitos;
  • violência;
  • isolamento;
  • abusos e perdas.

Por ser uma questão complexa, não há apenas uma resposta para esse problema. É necessário alguns esforços entre múltiplos setores da sociedade. Por ser um assunto pouco tratado e abordado, as pessoas que estão pensando em tirar suas próprias vidas ou já tentaram suicídio não procuram ajuda. É preciso repensar de forma mais adequada o tipo de prevenção, pois o suicídio tem que ser pensado de forma mais consciente, como um grave problema de saúde pública.

A falta de prioridade e conhecimento a cerca do comportamento suicida vem devastando a sociedade. Na maioria dos casos, as pessoas que tiram suas vidas, vêm sofrendo com depressão severa.

Forma de Divulgação

Repassar de forma irresponsável nas mídias assuntos relacionados ao suicídio, vem fazendo com que muitos jovens retratem esse tipo de caso como ato heroico. Segundo Devora Kestel, chefe da unidade de Saúde Mental e Uso de Substância da OPAS/OMS, as coberturas sobre o tema deve ter os seguintes cuidados:

  • Evitar descrever o suicídio como inexplicável e esclarecer os sinais de alerta;
  • Evitar glorificar ou romantizar o ato do suicídio e tentar apresentar uma história equilibrada sobre a pessoa;
  • Evitar incluir o método, local ou detalhes da pessoa que faleceu e limitar as informações aos fatos que o público precisa saber;
  • Evitar retratar o suicídio como uma resposta aceitável às adversidades da vida;
  • Evitar títulos sensacionalistas;
  • Evitar gráficos e fotografias prejudiciais;
  • Evitar o uso de linguagem estigmatizante;
  • Não compartilhar o conteúdo de cartas suicidas;
  • Evitar citar a polícia ou as primeiras pessoas que presenciaram o ato;
  • Apresentar recursos sempre que possível, como o telefone de linhas de ajuda.

Tenha respeito e cuidado ao tratar o tema. Se conhece alguém que já passou por isso ou ainda passa, não deixe de ajudar.

E você? Qual sua opinião sobre esse assunto? Deixe seu comentário.

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Para mais informações acesse o site: www.cvv.org.br

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